A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou, nesta sexta-feira (28), que a bandeira tarifária para o mês de julho permanecerá no nível vermelho – patamar 1, a mesma sinalização já aplicada no mês de junho. Com isso, os consumidores continuarão pagando um acréscimo de R$ 4,46 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.
A justificativa da Aneel para a manutenção da bandeira é a continuidade das chuvas abaixo da média em diversas regiões do país, o que afeta negativamente os níveis dos reservatórios e reduz a geração de energia nas hidrelétricas. Isso exige o acionamento de usinas termelétricas, que possuem custo de produção mais elevado.
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“Esse quadro tende a elevar os custos de geração de energia, devido à necessidade de acionamento de fontes mais onerosas”, destacou a Aneel, em nota oficial.
Como funcionam as bandeiras tarifárias
O sistema de bandeiras tarifárias, criado em 2015, indica o custo real da geração de energia no Sistema Interligado Nacional (SIN). A bandeira verde não gera cobrança extra, mas as bandeiras amarela e vermelha (patamar 1 e 2) acarretam acréscimos proporcionais ao consumo.
A adoção da bandeira vermelha é um alerta para o consumo consciente. Segundo a Aneel, o uso racional da energia elétrica ajuda a preservar os recursos naturais e contribui para a sustentabilidade do setor elétrico.
A recomendação é que os consumidores busquem reduzir o desperdício e adotem medidas de economia no dia a dia, como uso eficiente de eletrodomésticos e lâmpadas.
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Redação com Agência Brasil
