Ataques da Rússia à Ucrânia com drones e mísseis deixam feridos e danificam infraestrutura

Rússia intensifica ataques à Ucrânia com drones e mísseis. Bombardeios atingem infraestrutura de energia e deixam feridos em Kharkiv, Kryvyi Rih e Vinnytsia.

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Foto: Facebook / Volodymyr Zelensky

Os ataques da Rússia à Ucrânia com drones e mísseis deixaram ao menos 15 feridos e provocaram danos significativos à infraestrutura de energia do país durante a madrugada desta terça-feira (16). Segundo informações da Força Aérea Ucraniana, o bombardeio incluiu 400 drones e um míssil balístico, com alvos principais nas cidades de Kharkiv, Kryvyi Rih e Vinnytsia.

De acordo com o presidente Volodymyr Zelensky, os ataques aéreos em larga escala focaram diretamente em estruturas energéticas críticas, agravando ainda mais a crise no fornecimento de eletricidade. A maioria dos drones foi interceptada pelas defesas aéreas da Ucrânia, mas 57 deles, além do míssil, conseguiram atingir 12 alvos estratégicos, causando destruição e feridos.

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Cidades sob ataque

Em Kupiansk, cidade localizada na linha de frente dos confrontos, duas pessoas morreram após um ataque com drones. Autoridades locais relataram que o uso intenso de artefatos explosivos comprometeu áreas residenciais e de abastecimento.

Os ataques da Rússia à Ucrânia com drones e mísseis têm se intensificado durante o verão europeu, com bombardeios coordenados por terra e ar, atingindo diversas regiões simultaneamente.

Reação internacional

A escalada dos bombardeios russos foi mencionada esta semana pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, como justificativa para aprovar o envio de novas armas à Ucrânia. Entre os equipamentos prometidos estão sistemas de defesa antiaérea, essenciais para conter os ataques em massa promovidos por Moscou.

Escalada do conflito

O uso combinado de centenas de drones Shahed e mísseis balísticos vem se tornando uma das principais táticas militares da Rússia contra a Ucrânia. Além de dificultar a resposta rápida das defesas aéreas ucranianas, a estratégia visa enfraquecer setores essenciais à sobrevivência da população civil, como energia elétrica e distribuição de água.

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