Líderes do Congresso e Alckmin criticam taxação dos Estados Unidos e defendem soberania do Brasil

Líderes do Congresso e Geraldo Alckmin reagem à taxação dos Estados Unidos e defendem soberania do Brasil diante de medidas consideradas injustas contra o setor produtivo nacional.

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Alcolumbre

Os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), se posicionaram nesta semana contra a taxação dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros e classificaram a medida como uma agressão à soberania nacional.

Durante participação por meio de mensagens no programa Arapuan Verdade, os líderes pregaram união dos Poderes para formular uma resposta institucional à decisão americana, que foi considerada injusta e prejudicial ao setor produtivo do país.

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Congresso promete defesa do setor produtivo

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, destacou que o Congresso Nacional está inteiramente à disposição da defesa dos interesses dos brasileiros diante do conflito comercial.

“A agressão dos Estados Unidos não é correta e temos que entender a importância da serenidade nessa relação. É preciso buscar estreitar os laços, fazer as coisas acontecerem e defender os brasileiros”, afirmou Alcolumbre.

O presidente da Câmara, Hugo Motta, também se manifestou contra a nova política tarifária dos EUA e reforçou que o Parlamento está empenhado em resguardar os interesses econômicos do país.

EUA investigam Brasil por “práticas desleais”

Na origem do conflito está uma decisão do Departamento de Comércio dos Estados Unidos, que anunciou a abertura de uma investigação sobre supostas “práticas desleais” adotadas pelo Brasil em áreas como comércio digital, serviços de pagamento eletrônico e acesso ao mercado de etanol.

Além disso, os EUA questionam tarifas brasileiras consideradas preferenciais e injustas, o que motivou a imposição de uma nova taxação de 50% sobre produtos brasileiros, a partir de agosto.

Alckmin pede resposta firme, mas equilibrada

O vice-presidente Geraldo Alckmin também defendeu uma resposta articulada e diplomática, que proteja os trabalhadores e os empresários brasileiros, mas sem alimentar tensões comerciais desnecessárias.

“O momento é de união entre Executivo, Legislativo e setor produtivo. Devemos defender o Brasil com firmeza, mas sempre com responsabilidade e diálogo internacional”, disse.

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