Atentado contra vereador Guguinha: presidente da Câmara pede escolta e investigação rigorosa

Atentado contra vereador Guguinha leva presidente da Câmara de João Pessoa a pedir escolta e investigação ao Governo da Paraíba e ao MPPB.

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O atentado contra vereador Guguinha segue repercutindo na política paraibana. O presidente da Câmara Municipal de João Pessoa, Dinho Dowsley (PSD), declarou nesta segunda-feira (18) que já solicitou escolta policial e apuração rigorosa ao Governo da Paraíba e ao Ministério Público da Paraíba (MPPB) sobre o caso.

Em nota, Dinho informou que pediu diretamente ao governador João Azevêdo, ainda no domingo (17), uma ampla investigação sobre os disparos de arma de fogo contra o carro conduzido por Guguinha Moov Jampa (PSD).

Na manhã desta segunda-feira (18), o presidente da Câmara se reuniu com o procurador-geral de Justiça, Antônio Hortêncio, para reforçar a necessidade de acompanhamento das investigações pelo MPPB.

“Recebi com grande preocupação o relato sobre os tiros contra o veículo do vereador Guguinha. De imediato, pedi diretamente ao governador João Azevêdo a apuração rigorosa do caso. A Câmara continuará seu trabalho, na defesa do povo de João Pessoa, sem se intimidar. Queremos que tudo seja apurado com rigor, os fatos esclarecidos e os culpados punidos”, afirmou Dinho Dowsley.

O atentado contra vereador Guguinha

O parlamentar seguia pela BR-230 na noite de domingo (17) quando foi alvo de disparos de arma de fogo, possivelmente feitos por um motoqueiro. As balas atingiram várias partes do veículo, mas o vereador saiu ileso. Após o atentado, ele prestou depoimento na Central de Polícia e entregou o carro para perícia.

CPI dos Combustíveis

O atentado contra vereador Guguinha ocorre poucos dias após ele apresentar requerimento para a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Combustíveis. A proposta já conta com o apoio de 20 vereadores e busca investigar os motivos para o aumento repentino do preço da gasolina na região metropolitana de João Pessoa.

O caso segue sob investigação, enquanto a Câmara Municipal reforça a cobrança por segurança e transparência nas apurações.

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