
O caso do cavalo mutilado com facão em Bananal, no interior de São Paulo, gerou indignação nacional e mobilizou uma onda de solidariedade nas redes sociais. O animal, que sofreu mutilações nas patas, não resistiu e morreu. A Polícia Civil investiga o tutor do cavalo, identificado como Andrey Guilherme Nogueira de Queiroz, de 21 anos.
De acordo com o boletim de ocorrência, o tutor confessou ter usado um facão contra o cavalo, mas alegou que o animal já estava morto no momento do golpe. Uma testemunha, entretanto, relatou que participava de uma cavalgada com ele quando o cavalo branco parou de andar, deitou no chão e, em seguida, foi atingido.
Ainda segundo a testemunha, antes de desferir o golpe, o tutor afirmou: “Se você tem coração, melhor não olhar”. O cavalo foi arrastado para outro local, dificultando a investigação sobre a causa da morte.
Repercussão e comoção
A brutalidade do ato fez o caso do cavalo mutilado com facão viralizar, gerando forte repercussão. A cantora Ana Castela classificou o crime como “covardia” e pediu mobilização popular. A ativista Luísa Mell chamou o agressor de “monstro” e exigiu punição exemplar. Já a atriz Paolla Oliveira demonstrou apoio e solidariedade após a repercussão do caso.
A Prefeitura de Bananal repudiou publicamente qualquer ato de crueldade contra animais e informou que encaminhou o caso à Delegacia de Polícia e à Polícia Ambiental para apuração e responsabilização dos envolvidos.
Investigação em andamento
Até a manhã desta terça-feira (19), ninguém havia sido preso. O caso foi registrado como abuso e maus-tratos a animais, com agravamento pela morte, e segue sob investigação.
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VigiaPB com G1