Agressão de servidor da CGU provocou reação imediata do presidente Lula na tarde desta quinta-feira (25). O chefe do Executivo determinou a abertura de um processo interno para expulsar do serviço público o servidor federal acusado de agredir uma mulher e uma criança no Distrito Federal.
Segundo o presidente, a violência é inaceitável, ainda mais por envolver um servidor da Controladoria-Geral da União. Lula afirmou que orientou o ministro responsável pela pasta a adotar medidas imediatas para responsabilizar o agressor.
O caso ganhou repercussão após a circulação de vídeos que mostram um homem atacando uma mulher e o filho dela, um menino de 4 anos, no estacionamento de um prédio residencial em Águas Claras. As imagens levaram à abertura de investigação policial.
De acordo com as informações apuradas, o agressor tem 49 anos e mantinha um relacionamento com a mãe da criança, de 40 anos. Ele não é pai do menino. As agressões teriam ocorrido após um desentendimento, quando a criança se recusou a sair do colo da mãe.
A Polícia Civil foi acionada após denúncia anônima acompanhada das imagens. Os agentes foram até o local e encontraram o suspeito em seu apartamento, onde ele autorizou a entrada da equipe.
Ainda segundo o relato policial, o homem alegou que o relacionamento havia terminado e que houve uma briga entre o casal. A mulher informou posteriormente que não desejava registrar ocorrência naquele momento.
Ao comentar o episódio, Lula reforçou que não tolera violência contra mulheres e crianças e destacou que o enfrentamento desse tipo de crime é uma prioridade do governo federal.
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