Menina de 2 anos é atacada por cachorro da família em João Pessoa

Menina de 2 anos é atacada por cachorro da família no bairro do Geisel, em João Pessoa, e recebe atendimento no Hospital de Trauma.

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Hospital de Trauma de João Pessoa (Foto: Arquivo/TV Correio)

Uma menina atacada por cachorro da família precisou de atendimento médico na noite dessa quinta-feira (10), no bairro do Geisel, em João Pessoa. A criança, de apenas dois anos, foi levada rapidamente em um carro particular ao Hospital de Emergência e Trauma da Capital, acompanhada pela mãe, que chegou abalada e descalça à unidade de saúde.

De acordo com o hospital, a equipe médica prestou os primeiros socorros e realizou procedimentos de emergência. A menina atacada por cachorro permaneceu em observação e, após ser avaliada, recebeu alta hospitalar.

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Segundo relatos da família, eles moram na Suíça e estavam na residência da avó materna, tutora do animal, durante visita à capital paraibana.

O caso envolvendo a menina atacada por cachorro reforça o alerta para os riscos de acidentes entre crianças e cães. Especialistas explicam que crianças pequenas, principalmente com menos de cinco anos, são mais suscetíveis a ataques, pois ainda não conseguem interpretar sinais de estresse ou desconforto dos animais.

As mordidas podem causar lesões sérias, como cortes profundos, perfurações e infecções, especialmente no rosto, onde ocorrem a maioria dos ataques em crianças. Veterinários orientam que, diante de mordidas, o ferimento seja lavado imediatamente com água e sabão, desinfetado e o sangramento controlado. Além disso, é essencial verificar o estado das vacinas da vítima e do animal, principalmente contra raiva e tétano.

Após o ataque, recomenda-se que o cão seja isolado e monitorado por 10 dias. Caso o animal não esteja vacinado, pode ser necessário um período de quarentena ou, em situações mais graves, outras medidas, como a eutanásia.

Para prevenir acidentes como o da menina atacada por cachorro, especialistas alertam que crianças nunca devem ficar sozinhas com cães e que os tutores devem supervisionar as interações e investir em adestramento.

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