A queda do voo AI171 da Air India, ocorrida nesta quinta-feira (12), deixou um saldo trágico de 204 mortos, segundo confirmou a Polícia Civil de Ahmedabad, na Índia. A aeronave, um Boeing 787-8 Dreamliner, havia decolado da cidade indiana com destino a Londres e caiu poucos minutos depois, deixando destroços e corpos espalhados pelas ruas e em uma área residencial atingida pelo impacto.
O comissário de polícia GS Malik relatou que os corpos foram encontrados carbonizados e que muitos estavam fora da fuselagem da aeronave. Outras 41 pessoas foram resgatadas com vida e encaminhadas para hospitais da região.
O avião levava 242 pessoas a bordo, incluindo 230 passageiros e 12 tripulantes. O comandante era o tenente-coronel Sumeet Sabharwal, piloto experiente com mais de 8 mil horas de voo. Já o copiloto acumulava 1.100 horas de experiência. Pouco depois da decolagem, a aeronave emitiu um sinal de socorro, mas perdeu contato com a torre de controle em seguida, antes da queda do voo AI171.
Prédio residencial foi atingido
Partes do avião atingiram um prédio residencial utilizado como alojamento para médicos, onde cerca de 50 a 60 pessoas almoçavam no momento do impacto. Pelo menos seis corpos foram encontrados entre os escombros. O edifício foi parcialmente destruído, com colapso da fachada, teto e paredes, agravando ainda mais o número de vítimas.
Vítimas de várias nacionalidades
A bordo do voo estavam 169 indianos, 53 britânicos, 7 portugueses e 1 canadense. A direção da Air India lamentou profundamente a tragédia por meio de nota oficial nas redes sociais. Um centro de emergência foi ativado para prestar apoio psicológico e logístico às famílias das vítimas.
Uma das maiores tragédias aéreas recentes
A queda do voo AI171 é considerada uma das maiores catástrofes aéreas dos últimos anos. Equipes de resgate seguem trabalhando nos escombros, e o governo indiano prometeu uma investigação rigorosa para apurar as causas do acidente. As caixas-pretas já foram localizadas e serão analisadas pela autoridade de aviação civil.
